© 2019 GROOVE Integral por Paul Jemil Antaki Junior

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SOBRE MIM

 
Paul Jemil Antaki Junior

    Sou especialista em Desenvolvimento Vertical de Líderes e Organizações.

     Em 2014, resolvi ampliar meu desenvolvimento pessoal e o desenvolvimento de novas habilidades gerenciais e organizacionais. Me tornei Master Coach Integral, analista junguiano e mediador de conflitos. Estou levando para organizações uma abordagem que ajuda a promover alto desempenho e alta satisfação dos times e colaboradores. Chamo isso de Cultura de Confiança e Desenvolvimento. Trabalho com organizações e seus líderes, combinando minha expertise em negócios com o que acredito que há de mais moderno em desenvolvimento humano e organizacional, reforçando minha atuação em transições complexas. Além do português, falo fluentemente inglês, francês e espanhol.

     Minha expertise em transições complexas começou "por acaso". Meu primeiro trabalho nessa área foi como Assessor de Planejamento da Tropical Transportes, empresa do Grupo Ipiranga , em um momento de grandes mudanças. Depois disso, trabalhei por dois anos e meio na Booz-Allen&Hamilton, consultoria de estratégia. Foi um período de intenso crescimento, em que participei de diversos projetos dentre os quais reengenharia, revisão estratégica, avaliação de empresa e seleção de software para automação de processos.

    Durante meu MBA na Vanderbilt University – Owen Graduate School of Management, tive a oportunidade de fazer meu internship no Grupo Taca, conglomerado de aviação da América Central, e aceitei uma oferta para trabalhar com eles na integração pós-aquisição de cinco companhias aéreas regionais no Panamá, Nicarágua, Costa Rica, Honduras e Guatemala, uma posição que requeria conhecimentos transversais de negócio e sensibilidade cultural.

     Regressando ao Brasil em 2000,  me associei a uma startup do setor de tecnologia. A B2BiS tinha como proposta ser um 'Full Service Provider' para comércio eletrônico, oferecendo hospedagem em seu data center, aluguel de sistemas operacionais, de banco de dados e de aplicativos, e desenvolvimento completo dos sistemas, incluindo integração com sistemas legados de gestão – algo similar ao que hoje se denomina SaaS (Software as a Service). Apesar da "dotcom bubble", liderei a empresa a um novo nicho de mercado, com crescimento.

     No final de 2004, fui contratado pela Vale S.A. (então Companhia Vale do Rio Doce – CVRD) para fazer a gestão de sua subsidiária no Gabão, que estava totalmente desorganizada e fora das normas da empresa e do país. Estabeleci procedimentos, processos, funções; contratei o pessoal necessário para dar conta da operação; estreitei laços com o governo e com a comunidade local. Apoiei a abertura de outras subsidiárias da Vale na África. Participei de negociações internacionais complexas em que estávamos competindo com a China pela concessão de um importante depósito de minério de ferro. Em 2007, me mudei para a subsidiária na África do Sul para liderar a área de aquisição de projetos e empresas de exploração no continente africano, no Oriente Médio e em parte da Ásia. Adquiri mais de 30 projetos/empresas, dentre os quais a aquisição de 50% da Teal Minerals, o restante ficando com a African Rainbow Minerals (ARM). Essa aquisição foi da ordem de US$ 100 milhões. A Teal tinha projetos em cinco países, e suas operações estavam desajustadas, com riscos diversos. Depois de participar da conclusão dessa aquisição, atuei como diretor geral interino, respondendo ao Comitê Executivo formado pelos dois acionistas, e saneei a empresa: fechei subsidiárias, vendi um projeto de ouro na Namíbia, renegociei contratos mineiros com os governos do Congo e da Zâmbia, fechei uma operação no Congo, demiti centenas de colaboradores, resolvi problemas jurídicos com fornecedores, auxiliei na contratação do gerente geral definitivo da empresa. Após contratar esse gerente, integrei por um ano o Comitê Executivo da empresa, composto por representantes da Vale e da ARM.  Essa aquisição importante resultou na mina de cobre de Konkola Norte na Zâmbia.

     Em 2012, assumi o risco de participar da startup de mineração criada por Roger Agnelli, ex-CEO da Vale, tendo o BTG Pactual como sócio. Fizemos três investimentos importantes, sendo que um deles se tornou uma empresa operacional. Liderei as negociações para a aquisição dessa empresa que era listada em Toronto, o que demandou um complexo processo de negociações com sócios e sua deslistagem da Bolsa.

     Após o fechamento da B&A, resolvi me dedicar ao desenvolvimento humano e organizacional, fundando a Groove Integral, o que nos traz ao presente momento. A jornada está sendo incrível e é uma honra para mim contribuir em parte de sua jornada. Em que posso servir a você ou à sua organização?

   

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